segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Acredita no poder da Educação?


O texto de hoje é destinado a todos que, assim como eu, acham que a solução começa pela educação.


Quando o assunto em pauta é a educação do país, sempre despontam questões pragmáticas recorrentes:
"Ahh, isso é assim mesmo! Só tem acesso aos colégios de bom ensino quem é da nata."
"Os menos providos de verba, quando muito, ficam a dispor do fraquíssimo sistema educacional." "Sempre foi assim, não serei eu a mudar todo esse lixo, né!?"


Bom, e ai? Parafrasear frases como essas, todo mundo já aprendeu bem, talvez até na própria escola. Mostra que foram doutrinados(ou devo dizer adestrados) conforme o esperado para manter esses bandidos. É tudo que eles precisam para o ciclo voltar a se repetir.
Agora, por vezes penso que está faltando às maiorias a consciência plena(e isso está intimamente ligado ao estado de "escuridão" no qual estão propositalmente induzidos-inseridos, acredite!) de que SAÚDE e EDUCAÇÃO de QUALIDADE são DIREITOS de TODOS e DEVER do ESTADO. Me pergunto, quando tomaremos posse desses direitos tão basais? Francamente, não tenho a mínima idéia.

Pois bem, toda a situação em que o Brasil evidentemente se encontra, nos leva a crer que o investimento na educação de qualidade é a primeira, e talvez única, saída para os nossos.

Eis aqui um link para que acessem o documento do Projeto de Lei do Senado, N° 480, de 2007:

Tal projeto foi fomentado em território nacional pelo Senador Cristovam Buarque em Maio de 2007, visando determinar a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014. Não pense que foi um criação do senador, quando questionado, o mesmo diz:
"Isso não é novidade minha. Ainda há pouco quase demitem uma ministra na Inglaterra porque descobriram que ela tinha um filho em escola privada."

E acerca do compromisso, Cristovam sai em desefa afirmando:
"O argumento da inconstitucionalidade é porque dizem que é livre você colocar o filho na escola que quiser. Você é livre de não ser parlamentar, ninguém neste país é obrigado a ser candidato. Mas quando os candidatos se elegem passam a ter uma série de obrigações, como ficar dando entrevistas a vocês. Talvez eu tivesse outras coisas melhores que gostasse de fazer."

Acredita-se que com os políticos tendo por obrigação seus dependentes estudando em instituições de ensino público nacional(e não intercambiando em escolas elitizadas do exterior), irão empregar maior atenção e verba na NOSSA educação.




(...)

Esperanças à parte, será?
A corrupção sempre se arranja - o famoso jeitinho brasileiro.
Vamos pensar e estudar, para então mudar!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Problemas que não calculo

Então, e se um dia você discordasse do que te acontece.
Se fugisse dos padrões do dia a dia e começasse a realmente viver,
Se fazer ou deixar de fazer não fossem mais importantes.
Será que você seria feliz?
Será que isso seria certo?
Será que iriam te aceitar?
E se você continuasse a obedecer tudo a sua volta,
Ser tachado, rotulado, reformado e fabricado por uma idéia de ilusão.
Você gostaria de tudo isso mesmo assim, ou discordaria?
Podemos discordar?
Podemos ficar calados?
E se tudo o que acontece em seu pseudo dia a dia não é apenas um sonho que não teve fim, um coma no qual você está a lembrar de seu passado e tudo o que fez e aconteceu, quando você terá a certeza de alguma coisa?
Talvez um dia eu chore pelo que deixei de fazer,
Talvez eu me alegre por ter feito, ou talvez eu não sinta nada,
E tudo não se passa se uma simples imaginação ou embriaguez.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Voce della verità














Cala-te oh Sir Lancelote
Que de brado herói já não és mais,
Tonou-se um alcoólatra da podridão.
O que mais te importa é o dinheiro,
E as damas a quem corteja pertence a vários senhores.
O frio de tua espada serve apenas para a ferrugem se criar,
E o brasão em teu peito lê-se claramente: ‘Cavalheiro dos Porcos’.
O reino desmorona-se lentamente frente aos nossos olhos, e Sir Lancelote bebe mais um grande gole de vinho.
Servos e servas perecem a margem do esquecimento, e o poderoso Arthur que não merece o título de ‘Rei dos Justos’ nega o poder que foi-lhe dado.
Permanece em seu trono a observar o mau governo que submeteu seus súditos.
Um brinde a hipocrisia!
Um belo gole de qualquer bebida e vamos rir uns das caras dos outros!
Tim-Tim!