quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Poema sem título com título


Na constante relatividade da vida
Com seus pensamentos incógnitos do tudo
Ele segue sem parecer que não tem o que procura.
“Um, dois, três.
Eu vi uma vez o que ninguém pode ver!
Um, dois, três.
Eu fiz uma vez o que poucos fizeram!
Um, dois, três.”
Como se fosse uma lembrança sem lembranças,
Tudo começa sem ao menos ser terminado.
Uma verdadeira obra que sempre existirá.

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