terça-feira, 10 de novembro de 2009

Início, fim e meio, como ser/conhecer/sentir o TUDO


O amigo de verdade é aquele que lhe dá espaço para que possa ser aquilo que você é, aquilo que você sente, ou não sente. O amor consiste justamente nisso: deixar a pessoa ser o que realmente é.
As pessoas resistem à liberdade, pois têm medo do desconhecido. O desconhecido já foi uma vez conhecido. Nossas mentes já o conheceram, a única solução é confrontá-lo. Confronte-se com o grande medo imaginário. Depois disso, o medo não terá mais poder e o temor à liberdade se desvanecerá por completo.
Existem diversos tipos de liberdade. A espécie mais importante é aquela que lhe assegura o direito de ser o que realmente é.
As pessoas temem-se a si mesmas. Temem sua própria realidade e seus sentimentos acima de tudo. Fazem verdadeiras apologias ao amor. O amor fere. Os sentimentos incomodam. Ensina-se que a dor é má e perigosa. Como podemos amar se temos medo de sentir?
Às vezes, a dor é demasiada para ser analisada ou tolerada. Não engendra o mal, mas é encarada perigosamente. Tememos mais a morte que a dor. É estranho, mas temos medo da morte. A vida fere muito mais que a morte. Com a morte acabamos com a dor.
A dor solitária, privada e pessoal, é mais assustadora que qualquer ameaça exterior.
A dor é uma forma de acordamos. As pessoas tende a ocultar sua própria dor. Mas estão completamente erradas. A dor é algo que se carrega. Você sente a sua força com a experiência da dor. Tudo depende da forma de como você carrega. Dor é um sentimento, sentimentos fazem parte de nós, da nossa realidade.

“Feche os olhos esqueçam seus nomes. Esqueçam o mundo esqueçam as pessoas, sinta o TUDO”.

O sexo pode ser libertador ou um empecilho. Depende de como o sentimos. “O corpo é a prisão da mente até que os cinco sentidos estejam desenvolvidos e abertos”. Quando o sexo envolve todos os sentidos, torna-se uma experiência mística.
O corpo pode ser uma prisão quando o rejeitamos. Devemos transcender as limitações do corpo, imergir totalmente nele abrindo-se todos os sentidos. É difícil aceitar o corpo como ele é, mas devemos ultrapassar as barreiras puritanas que nos foram impostas como erradas para nos libertamos.
Liberdade, conhecimento e misticismo.

Um comentário:

.. disse...

"O início, o fim e o meeeeio...♪"
Vc tem uma gramática perfeita, Saulo.